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  • Foto do escritorJulianaToazza

Tenho o paladar infantil. E agora?

A maioria dos pacientes que eu atendi com paladar infantil não funcionam com mudanças radicais na alimentação e muito menos com imposições do tipo: “é obrigatório comer isso”. Eu atendo muitos adultos que chegam na primeira consulta querendo mudar os hábitos, mas já avisando que possui paladar infantil e por isso será complicado.


Então aos poucos vamos mudando a alimentação para que continue saborosa, possua alimentos que goste e ainda sim tenha resultado. Sem impor que a salada é item obrigatório e precisa comer, quem tem paladar infantil precisa ir com calma. Ao mesmo tempo eu instigo a curiosidade e passo desafios.


1- Alguns que possuem paladar infantil não participam do processo de compra e preparação da comida. Incentivamos isso na consulta, pois fica mais complicado ingerir algo que não saiba como é o processo.


2- Desafio o paciente a misturar o alimento novo com algo que ele já goste. Então um pimentão com queijo (geralmente é um bom início), brócolis refogados, legumes gratinados no queijo. Não é o ideal, mas funciona muito bem para quem tem o paladar infantil e depois muitos não sentem mais a necessidade de colocar queijo ou refogar.


3- Não precisa comer todos os dias no início. Não adianta ficar forçando e pegar nojo do alimento. Coma quando se sentir confortável, mas esteja disposto a experimentar. Com o tempo ficará mais presente na rotina, mas no início vai com calma.


4- Só diga que não gosta depois de experimentar, ficará surpreso como o que pensou que é ruim na verdade é uma delícia. Principalmente se experimentou algo na infância ou adolescência esteja disposto a experimentar novamente, pois o paladar muda.


Gostou das dicas? Compartilha com alguém que possua o paladar infantil.

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